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Biquíni self-service é moda no Pará

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     Esqueça os biquínis com peças que seguem estampa e tamanhos padronizados. A moda
no Pará agora é usar peças descoordenadas, completamente diferentes entre si, mas, que, de alguma forma acabam combinando, com um detalhe aqui e outro ali, de acordo com a criatividade da mulher.
     A cliente pode adquirir as peças separadas no tamanho, modelo e padronagem à escolha
e montar, ela mesma, seu visual. Mais exclusivo impossível! E vamos combinar que mulher adora exclusividade. Os lojistas apostaram nesse nicho e estão comemorando os resultados. 'Muita gente vem atrás desses biquínis porque é muito difícil ter uma combinação igual a outra, até porque as pessoas tem gostos muito diferentes', diz a empresária Gisele Duarte, uma das sócias da grife paraense Geisa D'arte. Para garantir a exclusividade, o ateliê confecciona no máximo duas peças de cada modelo. Gisele e a irmã Geisa foram pioneiras na composição do biquíni com estampas descoordenadas. A produção começou artesanal, há quatro anos, com vendas em sites de relacionamentos, como o Orkut, e hoje a marca já tem loja própria. "Começamos porque eu gostava de usar assim, vi em alguns filmes e na TV. Um dia resolvemos fazer peças diferentes e ficou tão legal que virou nossa marca", comenta Gisele.

Tamanhos diferentes

     Uma das clientes antigas da loja, a auxiliar de serviços financeiros Talita Barros, 23 anos, acrescenta outra vantagem a essa nova forma de usar os biquínis. "Como uso peças de tamanhos diferentes, sendo o M na parte de cima e, P, embaixo, isso facilitou muito para mim, já que posso escolher as peças separadas, fora daquele padrão da maioria das lojas", ressalta. Mas ela reconhece que a exclusividade é um ponto chave na opção por esse tipo de biquíni. 'É legal poder fazer sua combinação, jogar sua personalidade em duas peças', afirma.
     A tendência não é exclusividade só de ateliês, há fábricas que também seguem essa corrente. De olho no mercado paraense, fabricantes de outros estados passaram a investir nessa tendência. A grife pernambucana Iska Viva é uma delas. Três vezes no ano, a loja participa de uma feira de moda na capital paraense e traz um estoque de biquínis vendidos em self-service. "A paraense gosta muito desse tipo de biquíni. É uma tendência muito forte há alguns anos. Procuramos sempre trazer peças com cores da estação, estampas, lisas, com babados, de todo tipo, que a cliente escolhe e monta de acordo com sua imaginação", diz a empresária Vera Carvalho, proprietária da marca.

Personalização máxima

       Na avaliação do designer de moda Lafayette Júnior, da grife Dalira (ES), que distribui peças para Belém, uma das grandes vantagens dessa nova forma de uso do produto é a possibilidade de poder experimentar novidades. "A grande vantagem é que podemos lançar modelos de sucesso quase garantido. Quando trazemos uma tendência para Belém, ela foi testada e aprovada no verão do sul e sudeste, que acontecem em épocas distintas. O que deu certo em janeiro no verão do sul e sudeste vem para cá, em julho, no verão do norte e nordeste", comenta.
     Quem quer aproveitar essa moda pode fazer isso gastando muito ou pouco, pois em ateliês especializados as peças chegam a custar entre R$ 40,00 e R$ 50,00, mas nessas feirinhas e no comércio popular, elas podem ser encontradas por, no máximo, R$ 20,00 a peça. Coordenado ou personalizado, o importante é vestir o biquíni parta curtir o sol de 40 graus da costa paraense.

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